Dicas e Variedades

Otima dica, veja isso!

Durante uma viagem pode acontecer de você ser obrigado a fazer checkout do hotel e não ter aonde deixar as malas até a hora do próximo voo. Como fazer para passear pela cidade? O que fazer com as malas? Pois agora existe uma solução super prática, um aplicativo “mara” para esses casos.

No aplicativo você reserva o guarda malas na cidade e na localização que achar melhor, escolhe a data e faz o pagamento. Depois da reserva concluída, é só aparecer em qualquer horário (dentro do horário de funcionamento do estabelecimento) no endereço escolhido.

Você deixa as suas malas durante horas ou dias pagando um valor bem ok!

Fica a dica!

Bagbnb Luggage Sage – www.bagbnb.com

Sou estrangeira morando no Brasil mais de 20 anos e viajo internacionalmente todo ano. Por muitos anos viajei com minha família “coberta” pelo seguro oferecido por nossos cartões de crédito utilizado para comprar as passagens. (Quando viajo de milhas compro seguro a parte.)  Nestes anos  já tivemos 8  intercorrências onde foi necessário usar o seguro oferecido pelo cartão por motivos de sinusite/otite etc. e até uma fratura tripla feia do meu marido que necessitou nosso retorno antecipado ao Brasil para uma cirurgia. Os atendimentos médicos, o acionamento do seguro e os reembolsos para nossas despesas relacionadas ao caso sempre foram ótimos. A companhia cartão/seguro exigia apresentação de cópia da passagem e cartão de embarque, copia do recibo em da fatura do cartão e de RG para efetuar pagamentos e reembolsos.

Este ano em uma viagem ao exterior tivemos uma surpresa desagradável… meu filho amanheceu com uma amigdalite forte e o levei a uma clínica. Os médicos disseram ser um abcesso e que seria necessária uma remoção cirúrgica. Nos encaminharam ao PS de um hospital na região. Enquanto aguardamos atendimento eu liguei para o cartão para avisar que estávamos precisando de tratamento e para comunicar as informações para que pagamentos fossem feitos diretamente como havia ocorrido nas outras vezes.

O atendente me perguntou se eu havia preenchido uma ficha antes da viagem. “Não”, eu respondi.
“Então a senhora e a sua família estão inelegíveis a utilizar o benefício.” Perguntei quando mudou a política para necessitar o preenchimento de ficha anterior a viagem e me informou que mudou há 2 anos.

Talvez eu seja a última a saber que agora tem ficha para preencher, mas resolvi relatar essa história aqui para poupar outros viajantes essa surpresa desagradável.

* Apenas para acrescentar, após ter colocado este relato fui atrás do “tal da ficha” e parece que tanto com MC quanto a Visa chama-se “Bilhete de Seguro”. Acredito que deve ser necessário para todos os tipos (Gold, Platinum, Black, etc.) Se informem com seu cartão antes de viajar.

Texto Liz Tee

Acabo de voltar de Bogotá/Cartagena e como prometido a alguns do grupo, seguem as minhas impressões:
BOGOTÁ:

1) Chegada: Super fácil trocar dinheiro no aeroporto de Bogotá, no mesmo local onde se pegam as bagagens. Câmbio correto.
Ao sair, pegue táxis oficiais no ponto de taxi – tem placas indicativas. Como pagar: o taxímetro começa com 25 e este número é o início de um conversor cuja tabela fica fixada na traseira do banco da frente bem visível. Chegando ao destino é só olhar o número marcado no taxímetro e ver na tabela o seu correspondente em pesos e pagar.

2) Hotel – Click Clak: Não poderia ter feito melhor escolha! O hotel é moderno com um café da manha estupendo incluso na diária. Fiquei no quarto XL e seu tamanho é bem digno para 2 pessoas. Não precisa maior. Localização fantástica, ao lado do parque 93, cheio de restaurantes e a poucos passos da zona T (Rosa) com outros tantos restaurantes e lojas e do shopping Andino.

3) Restaurantes: No geral, bem + baratos que os similares em São Paulo. Indico o Wok, asiático fantástico com custo idem e o Crepes & Wafles para um almoço rápido, ótimo!

4) Compras: O artesanato em Bogotá não tem um refinamento que eu vi em Cartagena. Aqui valeu pelas lojas de grife a preços + interessantes que SP, especialmente a Empório Armani e Ferragamo que estavam em liquidação.

5) Passeios: Museo del Oro: indescritívelmente fantástico; Museu Nacional: vale muito a pena; Museu Arte Moderna: fraquíssimo; Museu da Esmeralda: não perca tempo pois qualquer joalheira média tem peças + interessantes.
Montsserat: subir de funicular é bem interessante e a vista idem. Vale se o dia não estiver nublado.

CARTAGENA:

1) Chegada: Assim que desembarcar no aeroporto, vire à esquerda e logo encontrará um guinche de táxis oficiais; ali, diga o nome do hotel e a atendente imprime um papel com o destino e o valor a pagar – pague ao motorista ao final da corrida. Do aeroporto até o hotel Santa Clara são 12.000 pesos (12 reais);

2) Hotel: O Santa Clara vale cada centavo! Hotel delicioso sem ser pretensioso. É um antigo convento dentro da zona murada. Nem pense em ficar em outro lugar que não dentro da muralha. Fora dela, Cartagena parece uma Miami em inicio de carreira.
Dica: reserve sem café da manha pois é caríssimo! Tome seu café no Mila, no Crepes & Waffles ou no Juan Valdez. Ótimos e a um preço digno.

3) Pôr do Sol: Li muito sobre o pôr do sol visto do Café del Mar sobre as muralhas e lá fui conferir: um típico caça turista com cardápio abusivo ….dica: não perca tempo indo ao local, nada demais e, se estiver hospedado no Santa Clara, subindo as escadas ao fundo da piscina cadeiras Patricia Urquiloa te esperam para confortavelmente e vc assistir o mesmo por do sol sem ser roubado.

4) Compras: Diferentemente de Bogotá, em Cartagena tem um artesanato bem elaborado: comprei na Bodeguita – uma série de lojinhas perto do hotel (Santa Clara) capas para almofada em cuttwork superinteressantes além de um vaso lindo em uma fina trama que + parecia 3 D hehehe….

5) Restaurantes: Diferentemente do café da manha, almoçar e jantar no Santa Clara não é caro. No mais segui as dicas do TT, inclusive a pizza do restaurante da praça do hotel continua fantástica.

Por ultimo: o TAX FREE da Colômbia é superatrativo desde que se faça bem a lição de casa: compras só com cartão de credito, tendo tanto a nota da loja descriminando o valor do IVA junto com o canhoto do cartão. Chegando no aeroporto, antes de voltar, ir ao escritório da Dirección de Impuestos y Aduanas Nacionales (DIAN), preencher o formulário 1344 e apresentar além do documento de viagem, as notas fiscais e os comprovantes do cartão de crédito. Cheguem com antecedência, o procedimento é moroso …. Dentre as categorias de bens passíveis de devolução do IVA estão: vestuário, calçado, perfumes, artigos em couro, CD’s, artesanato, bebidas, alimentação humana, brinquedos, esmeraldas e joias artesanais colombianas. A soma das compras deve atingir o mínimo de COP $ 237.630 e devolve-se no máximo COP $ 2.376.300. Na categoria alimentação humana, não valem os gastos com alimentos consumidos no país, ou seja, não adianta guardar os comprovantes de bares, lanchonetes e restaurantes.
Bom, espero que ajude os próximos viajantes, lembrando que valeu cada dia passado na Colômbia! Abs

Texto Augusto Serra Negra