Istambul

Para Ler Antes de Ir

Compre o livro “Istambul, guia de uma cidade fascinante” por Katia Mindlin Leite Barbosa e Dalal Achcar. Tem dois volumes, um com a parte histórica e cultural, e o outro com dicas de lojas, restaurantes e serviços em geral.

Guias

Micleka, é excelente. Fala português. Conhece tudo e todos. Só te leva em lugar bom e transado. miclekafer@gmail.com www.turistambul.com Gonca Kaya, é excelente, estou indo pra lá depois de amanhã pela segunda vez! goncakaya@hotmail.com Tina Misiel, outra brasileira ótima. tmisiel@yahoo.com Nathalia, já usei ela também e indiquei para várias pessoas que adoraram, pode falar em nome de Bruno Ceschin. nathaliahaas@yahoo.com Belgin Kurtulus, uma guia excelente, fala inglês, espanhol e um pouco de português. guide@windowslive.com Serhat Gonlugur, é muito profissional, inteligente, educado e fala português fluente, morou no Brasil. sgolungur@hotmail.com +90 538 355 3232 Sefka, guia ótima, que fala português. 0532.615.214 / (90.212)231.93.21 unitedtravel@unitedtravel.com.tr José Bardavid, esse guia foi sensacional, judeu- turco, fala português perfeito, gente boníssima, superinteligente, conhece tudo profundamente! bardavid73@gmail.com Claudia Demasi, brasileira casada com um turco que também fala português, ela é de São Paulo, conhece tudo. 0090 2122413469 0090 5322410270. demasi@superonline.com

Onde Ficar

Se for poucos dias e com foco na parte histórica, Sultanahmet é uma ótima opção, mas se forem muitos dias, pode ser interessante ficar perto dos bons restaurantes e lojas. Ficar nas imediações da Praça Taksim, que é uma área de comercio, restaurantes e bares, excelente, não fica na parte antiga, onde a noite é muito deserto e perigoso de andar na rua. Tem excelentes hotéis como o Marmara, Marmara Pera, entre outros.

Onde Comer

O Que Fazer

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Bairros Descolados

Não deixe de visitar a parte contemporânea da cidade. Os bairros de Nisantasi e Sisly, atualmente com excelentes restaurantes, muitos dos novos hotéis boutiques estão agora sempre construidos aqui e alguns já funcionando como o The Sofa, shoppings, e todas as lojas de grifes, além de algumas boutiques mais descoladas.

Passear a pé pelo bairro Bebek, o mais cool da cidade!

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Biblioteca-Museu Salt

Os livros ganham status de obra de arte na biblioteca-museu Salt: o teto está completamente forrado deles, garantindo ao local um charme arquitetônico sem similar no mundo ocidental. O espaço abriga exposições multimídia, um centro de pesquisa de arquitetura, urbanismo e design, salões para conferências e encontros de artistas além da própria biblioteca.

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Cisterna de Yerebatan

A Cisterna de Yerebatan, a Cisterna da Basílica, pela sua enorme área, também chamada de “Palácio Submerso” é uma beleza, a maior de todas Cisternas construídas, com capacidade de armazenar 100.000 litros de água, durante o período bizantino em Istambul. Foi construída por Justiniano I, em 532, após a Revolta de Nika, como uma ampliação da cisterna anterior, construída por Constantino. No período otomano, a água era utilizada pelo Palácio de Topkapi e seus jardins. Como não havia nascentes dentro das muralhas bizantinas, a Cisterna Yerebatan foi construída em 532, para armazenar água e protege-la de guerras, e envenenamentos, e suprir o fornecimento da cidade, com água proveniente de rios e nascentes da floresta de Belgrado, a 25Km a norte de Istambul. Construída com material “reciclado”, isto é; colunas romanas provenientes de diferentes estruturas, foram utilizadas colunas com 70 m, 140 m de comprimento, somando 336 colunas, dispostas a cada 4 m. Ao fundo, outro exemplo de “reaproveitamento”; é possível ver 2 pedras enormes, que são cabeças de Medusa, usadas como base de colunas menores.

Utilizada até o séc. XVI, com pouco uso durante o período Otomano, e depois restaurada no séc. XIX., foi aberta à visitação em 1987.

Sob o chão do bairro de Sultanahmet, no coração de Istambul, Turquia, ficam galerias e túneis que serviram para armazenar a água da cidade na época do Império Bizantino e que se tornaram uma das atrações mais conhecidas da cidade. Construída por Justiniano em 532, a Cisterna da Basílica ainda permanece praticamente intacta.
Em um ambiente sombrio e úmido, ao som de música turca e gotas caindo do teto, a cisterna é um ótimo refresco para o calorão do verão turco.

Com 140m de comprimento e 70m de largura, o lugar impressiona, mas não está mais todo tomado pela água. Hoje existem passarelas que permitem que os visitantes caminhem entre as colunas de mármore que chegaram a abrigar mais de 100 milhões de litros de água, transportados por 20Km de aquedutos de um reservatório próximo ao Mar Negro.

Interessante é que aos pés de algumas colunas existem esculturas de estilo romano, como as famosas Medusas, que fizeram o local dar origem a diversas lendas. Uma delas é a de que essas mulheres com cobras nas cabeças estariam ali para espantar os monstros do subterrâneo.

A necessidade da criação de um espaço tão grandioso como esse tem explicação. A Cisterna da Basílica surgiu para abastecer os palácios imperiais bizantinos e outros prédios da região. Foi também utilizada pelos Otomanos depois que esses conquistaram Constantinopla (atual Istambul), em 1453.

Mas depois de construírem um sistema próprio de água corrente, os Otomanos abriram mão da água estacada em uma cisterna e ela foi esquecida. Só mais de 100 anos depois, com a chegada de um viajante holandês para investigar o que havia sobrado da arte bizantina, é que a Cisterna da Basílica foi redescoberta e apresentada ao Ocidente.

Esta enorme caixa d’água subterrânea é suntuosa por sua capacidade para 80 mil m3 de água e pelas mais de 300 colunas que a sustentam. Aberta diariamente, das 9:00 às 17:30 Hs.

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Harém

Não deixe de ver o Harem no Topkapi, tem que comprar ingresso separado.

O Harém é o principal ponto do Topkapi! E tem muita gente que não visita! Ou por falta de info ou porque tem que pagar a parte, não sei, mas é uma dica importante para quem vai para Istanbul! No mesmo complexo, tem o museu de arqueologia, que é o maior museu exclusivamente desse tipo do mundo e tem peças incríveis, que chamam a atenção pelo estado de conservação.

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Igreja Chora

A famosa igreja de San Salvador in Chora (Kariye Çıkmazı) é uma verdadeira joia! Depois da Haghia Sofia é o mais importante exemplo de arte Bizantina em Istambul, do séc. XI, que permaneceu fechada após a conquista turca, sendo transformada em mesquita em 1511, quando acrescentaram um minarete. Desde 1948 é um museu muito importante, onde as pinturas chegam a ter um efeito tridimensional. Os mosaicos bizantinos nas paredes e nos tetos mostram a vida de Nossa Senhora, a vida de Cristo, sob visão da igreja Ortodoxa.

Os mosaicos dentro da igreja retratam a vida de Cristo, segundo a bíblia. Leve um binóculo para conseguir enxergar os detalhes. Aberta diariamente, exceto às quartas, das 9:00 às 14 horas.

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Mesquita Azul

A Mesquita Azul foi construída entre 1600 e 1616 a pedido do sultão Ahmet, e é a mais espetacular e linda mesquita de Istambul, com azulejos de Iznik (antiga Nicéa, dois cocílios ecumênicos do Cristianismo) e com 6 minaretes. Segundo a lenda, o sultão ao pediu ao arquiteto um minarete de “ouro”, o arquiteto entendeu “seis” (o som em turco é similar) e por esta razão é a única mesquita a ter 6 minaretes, ao invés de ouro, que custaria muito caro. Sua proximidade com o Palácio Topkapi, foi proposital. Com 21.043 peças de azulejos de Izmir, mede 51m x 51m, tem um enorme tapete, onde não é permitido entrar de sapatos.  Na entrada é preciso tirá-los, e há saquinhos para guardá-los, recomenda-se levar meias, ou se preferir entre descalço. Também recomenda-se levar lenços ou pashiminas para colocar na cabeça, cobrir ombros e pernas, se estiver de bermuda.

Leva esse nome graças a arquitetura de seu interior, coberta por peças de cerâmica azul. A entrada é gratuita diariamente, mas não muçulmanos são proibidos de entrar durante as cinco orações diárias.

O Que Comprar

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Arasta Bazar

É o lugar que mais gostei de comprar, porque é ao ar livre em antigos estábulos (do lado da Mesquita azul). Um vendedor me aconselhou a lavar tudo de pedra que eu comprasse antes de usar para evitar manchar a roupa. Se a pedra for bruta, pode ser de resina, alguns vendedores passam o isqueiro para provar que não é resina. Mesmo assim, é tudo tão barato que vale a pena arriscar.

Eu comprei coisas lindas no Arrasta Bazar e no Bazar de Especiarias, mas com preço de semi joia, bem barato, pedras de menor qualidade. Paguei o preço que pagaria mesmo se tudo fosse falso e só bonito (nada acima de 200 euros).

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Bazar Egípcio

Tulip Gifts: Procurar o vendedor Hobama, dizer que é amiga das brasileiras que compraram milhares de Chatouches, no andar de cima ele tem uma cristaleira cheia deles, inclusive umas bordadas maravilhosas, mais caras, e diga para fazer o mesmo preço de 130/150 euros que ele fez para nosso grupo em abril. Fica no Bazar Egípcio na loja numero 28.

No Bazar Egípcio ou das Especiarias é menor do que o Gran Bazar, que tem que visitar, mas você compra as mesmas coisas por preços mais em conta.

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Cashimire House

No Gran Bazar, procure pela loja de pashminas do Sr. Yusuf Aksu, a Cashimire House, lá você vai encontrar pashiminas ma-ra-vi-lho-sas, feitas em todos os materiais existentes, com preço justo e ele ainda vai indicar a loja de um vizinho que vende louças estupendas e despacha pro Brasil. E se quiser comprar joias, mas muuuuuuitas jóias, lá é o lugar.

Fecha às 20:00hs.

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Grand Bazar

Vá na parte de prataria do Grand Bazar, tem coisas maravilhosas de prata de lei feitas a mão.

Tem coisas com pedras lindas. Eles têm vários truques para tapear turistas com as pedras. Para a pedra parecer de melhor qualidade alguns pintam as pedras com caneta.

O marido da prima da minha mãe tem loja de joias no Gran Bazar, inclusive apareceu naquela entrevista do Fantástico sobre a Turquia. Ela tem face e fala português, inclusive é guia turística de lá! O nome dela é Celia Aslan.

Dentro do Grand Bazar, na avenida principal, uma joalheira chamada Edel. Há 2 lojas dentro do Grand Bazar, procure o proprietário, Adem, ele é ótimo!

O Adem, da Edel, é de confiança. Pechinchar faz parte da cultura. Se quiser falar que fui eu que indiquei, ele me conhece bem. No Spice Market não tem joias, para isso é melhor o Grand Bazar mesmo.

Grand Bazar – joias, pashminas, tapetes, cerâmicas, prata, artigos de couro. Pechinche o preço. Para joias recomendo o EDEL. Fica na rua principal do bazar.

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Joias

Edel: Para joias recomendo o Edel. Fica na rua principal do bazar.

Sevan Bicakci: Tem essa dica da Jordana Gheler – a loja do joalheiro turco mais renomado, Sevan Bicakci, é exatamente ao lado do W Hotel.

Atenta ao que compra nas joalherias e quanto paga!

Montür: Um local que gostamos foi Montür. Perto do Gran Bazar. www.monturis.com.tr

Kaftka: Eu comprei na Kafka, uma joalheria que tem no shopping e no Grand Bazar. Todas as joias têm garantia. A guia que estava me acompanhando que me levou nesta joalheria.

A Kafka, é uma empresa séria. Eles têm loja no Shopping Istinye Park e exportam para vários países, inclusive USA.
Dentro do Gran Bazar tem também a Kafkas, excelente joalheria, recomendado por uma amiga joalheira que revende peças deles aqui no brasil.

Veja as joalherias grandes, esta Kafta já tinha sido indicada por uma amiga joalheira do Brasil. Eles cobram mais barato porque o preço da cravação na turquia é 1/10 do preço em dólar cobrado aqui ou nos eua. Eles exportam muito e adoram negociar. Tudo o que eu comprei no Grand Bazar teve garantia. www.kafkasjewellery.com

Cemil Elmas: Na entrada de Nurosmaniye tem uma rua em frente que tem várias joalherias. Uma delas chama-se Cemil Elmas e eu só recomendo essa. O certificado deles é emitido pelo Instituto de Gemologia da Bélgica e não escrito a mão como todos os de dentro do Grand Bazar. Como guia e consumidora, só recomendo lá!

Fibula: Comprei um brinco maravilhoso numa loja/fábrica chamada FIBULA, eles têm uma oficina imensa. O certificado não é escrito a mão e quando cheguei no Brasil levei a peça e o certificado para um joalheiro de confiança que confirmou o tamanho, quilates e cor dos brilhantes. Pode pechinchar que você consegue até 30% a menos do preço.

A Fibula fica na rua de pedestres, na entrada do Grand Bazar. Vendedor: Mustafa Kartaler. www.fibuladiamond.com

Certificado: O importante é que o certificado seja de algum reconhecido como o da Bélgica ou o americano e não seja escrito a mão, já que nesse eles escrevem o que quiserem. Acho que as joalherias de fora são mais aptas a isso pois a maioria tem o próprio ateliê!

Para peças tipo joias de primeira linha seguiria as joalherias com certificado. Os próprios vendedores nos bazares me contaram vários truques que usam para fazer uma joia de pedra de menor qualidade parecer melhor, pintam com caneta as falhas podem usar resina em vez de pedra bruta (vários vendedores se oferecem para passar o isqueiro na pedra para provar que a deles é real etc.) Mesmo assim, todas as que comprei se provaram boas como semi-joias e muito mais baratas do que pagaria aqui.