Trinidad – Palácio Cantero

Trinidad é única, um assentamento colonial espanhol perfeitamente preservado, onde os relógios pararam em 1850. A cidade foi construída no início do século 19, época em que Cuba era um grande produtor de açúcar . As riquezas da cidade ainda estão em evidência nas mansões em estilo colonial enfeitadas com afrescos italianos, louça de Wedgwood e lustres franceses.

Trinidad foi declarada Patrimônio Mundial pela Unesco em 1988, e não demorou muito para ônibus cheios de visitantes começassem a chegar para visitar a cidade.

O Palacio Cantero, uma mansão transformada em museu, é um “must see” em Trinidad. Pertenceu à família Borrell e mais tarde passou para um médico alemão chamado Kanter, ou Cantero, de quem herdou o nome.

A mansão foi originalmente construída por Don Jose Mariano Borrell, barão do açúcar e um dos homens mais ricos de Cuba. Foi herdada  por uma sobrinha Maria Monserrat que logo após ter a morte de seu primeiro marido se casou com Justo German Cantero. Rola a história que Cantero envenenou o marido de Maria para se casar com ela. A noiva estranhamente também morreu não muito depois do casamento com Cantero e com isso as vastas plantações de açúcar e o Palácio passaram para seu nome.

Em 1960, com a Revolução, a propriedade passou para o Estado Cubano que a transformou  no Museu Municipal de Trinidad, em 1980.

A salas principais exibem móveis em estilo império cubano e artes decorativas trazidas principalmente da França, Itália e Estados Unidos.

A ideia foi manter o Palácio Cantero o mais parecido possível ao que era na época em que foi construído. Além da mobília original, retratos e outros objetos pessoais decoram a casa.

Afrescos e o piso de mármore italiano sobrevivem no salão principal. Também em exibição estão documentos, principalmente das guerras de independência.

A torre da mansão é acessível a partir do pátio e tem uma belíssima vista panorâmica da Trinidad Colonial e do mar.

 

 

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